Saúde emocional

Bullying e cyberbullying — presencial e online

Humilhações repetidas, exclusão e agressões entre pares precisam de atenção. A procura por acompanhamento psicológico pode fazer parte do cuidado, mas não substitui medidas de proteção nem a atuação da escola e de outros responsáveis.

Conteúdo educativo em revisão. A experiência profissional para esta demanda deve ser confirmada antes da divulgação do serviço.
Cibele Rhaiana, psicóloga
Um ponto de partida para sua conversa

Encontrar palavras para contar o que acontece

A conversa pode começar pelo relato de situações concretas, sem exigir que a pessoa exponha tudo de uma vez ou encontre sozinha uma solução.

01

O episódio e o contexto

Conte o que aconteceu, onde e quem estava presente, na medida em que se sentir à vontade. Evite reduzir a experiência a “brincadeira” sem escutar o que ela representa para a pessoa.

02

A participação de responsáveis

No atendimento de adolescentes, pergunte como responsáveis participam e como a confidencialidade é combinada. Isso deve ser esclarecido antes do início.

03

Escola e ambiente digital

Quando a situação envolve escola ou redes sociais, leve dúvidas sobre como organizar o cuidado e a comunicação. Não há um procedimento único aplicável a toda história.

Quando a violência também acontece na internet

O cyberbullying ocorre por meios digitais e pode ampliar a exposição de quem é alvo. A pessoa não é responsável pela agressão que sofre. O UNICEF destaca a importância de buscar apoio e usar os canais de denúncia e proteção disponíveis.

Um olhar mais próximo

Levar a situação a sério

Explorar este ponto

Evite reduzir o relato a brincadeira ou exigir que a pessoa simplesmente ignore tudo. Se você está buscando informações para um adolescente, pergunte o que aconteceu e quem já sabe. A conversa deve priorizar proteção, sem pressionar por uma exposição pública da história.

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O papel da rede de apoio

Família, escola e outros serviços podem precisar participar de respostas à situação. Psicoterapia não deve ser usada como única solução enquanto a violência continua. A organização dessa rede depende do contexto e das necessidades de proteção da pessoa envolvida.

Um olhar mais próximo

Informações sem exposição desnecessária

Explorar este ponto

No primeiro contato comercial, não envie imagens íntimas, capturas sensíveis ou dados de outras pessoas. Pergunte qual é a forma adequada de apresentar informações relevantes. Um relato pode ser compartilhado na consulta de maneira planejada e com cuidado à privacidade.

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Como conversar sobre acompanhamento

Pergunte sobre experiência profissional com a demanda, faixa etária e participação dos responsáveis. A escuta deve considerar a experiência de quem sofreu a violência, sem transformar a sessão em cobrança para se tornar mais forte ou reagir de determinada maneira.

Um olhar mais próximo

Limites desta página

Explorar este ponto

O conteúdo é educativo e não define procedimentos para uma situação individual. Se houver ameaça ou risco imediato, priorize um serviço de proteção ou urgência. A adequação do atendimento e eventual articulação com outros serviços precisam ser avaliadas pela profissional.

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Fontes e leitura complementar

Referências institucionais para os conceitos gerais. Informações de serviços estrangeiros não representam condições de atendimento no Brasil.

Continue a sua leitura

Cibele Rhaiana, psicóloga
Conheça a profissional

Cibele Rhaiana

Psicóloga · CRP 18/06466. Psicoterapia individual e terapia de casal, com a Terapia Cognitivo-Comportamental como referência. Atendimento particular presencial em Sorriso e online, com atenção à história e às necessidades de cada pessoa.

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Localização em Sorriso

Recanto dos Pássaros

Avenida João Baptista, 1546.
Segunda a sábado, 07h às 22h.
Domingo fechado. Com agendamento.

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Respostas para o primeiro passo

Dúvidas sobre este tema

As condições individuais são esclarecidas diretamente com a profissional.

A terapia substitui a intervenção da escola?

Não. O cuidado psicológico não elimina a necessidade de medidas para interromper a violência e proteger a pessoa.

Posso procurar informações como responsável?

Sim. Informe a idade e o motivo geral da procura, sem encaminhar materiais sensíveis antes de receber orientação.

Posso procurar orientação antes de saber como conversar com a escola?

Você pode apresentar sua preocupação e pedir informações sobre a proposta de atendimento. Organize os fatos que conhece e evite atribuir culpa à pessoa que relata a situação. A participação de responsáveis e da escola precisa ser discutida conforme o contexto.

Como consultar valores e horários disponíveis?

Entre em contato pelo WhatsApp (66) 99997-6664. Informe o formato desejado e sua disponibilidade. Valores, duração e regras de remarcação são esclarecidos antes do agendamento; não é preciso enviar relatos íntimos.

Onde acontece o atendimento presencial?

Na Avenida João Baptista, 1546, Recanto dos Pássaros, em Sorriso MT. Os encontros são agendados. Para a modalidade online, consulte a adequação à sua situação e as condições de privacidade.

Como funciona a primeira conversa sobre atendimento?

Você pode dizer o que motivou sua procura e fazer perguntas sobre a proposta, a frequência possível e os combinados. Não precisa preparar um relato completo. O agendamento depende da disponibilidade e da adequação do atendimento.

Vamos conversar sobre o seu primeiro passo?

Consulte valores, duração e horários disponíveis. Não é necessário compartilhar detalhes íntimos para pedir informações.

Vamos conversar?